Pinheiro ultrapassa Imperatriz, ficando em 2° lugar com mais casos de HIV registrados no estado.

Pinheiro dispara em 2° lugar das cidades com maiores números de casos registrados de HIV do estado, contabilizando um total de 1.556 novos casos...

- 13/12/2023 17h32 | atualizado em 13 de dezembro de 2023 as 17h42

Pinheiro dispara em 2° lugar das cidades com maiores números de casos registrados de HIV do estado, contabilizando um total de 1.556 novos casos de janeiro a setembro de 2023, os quais foram confirmados e notificados pelo site do Ministério da Saúde, perdendo apenas para a capital, São Luís.
No sistema público de saúde, os testes rápidos para detecção do HIV são oferecidos nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios. Já o tratamento é ofertado nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e nos Serviços de Assistência Especializados também de responsabilidade das Prefeituras.
A prevenção ainda é a melhor saída para se manter protegido contra o HIV. No Sistema Único de Saúde (SUS), a população pode recorrer à Prevenção Combinada, que é um conjunto de medidas destinado a proteger o indivíduo contra situações em que exista o risco de contato com o vírus.
Dentre as formas disponíveis, estão os testes rápidos, preservativos masculino e feminino, vacinação contra doenças sexualmente transmissíveis (Hepatite B e Papiloma vírus Humano – HPV), medicações para pré e pós-exposição a situações em que exista o risco de contato com o vírus HIV, além de exames de pré-natal para gestantes como forma de prevenção da transmissão vertical.
“No recorte dessa infecção, durante esse período, as 5 regiões de saúde que mais registraram HIV por residência foram a região Metropolitana de São Luís (6.188casos), seguidos pelas regiões de Pinheiro (1.556 casos), região de Imperatriz (1.518 casos), região de Codó (1.075 casos) e região de Santa Inês (717 casos)”

 

Formas de contágio
Assim pega:
• Sexo vaginal sem camisinha;
• Sexo anal sem camisinha;
• Sexo oral sem camisinha;
• Uso de seringa por mais de uma pessoa;
• Transfusão de sangue contaminado;
• Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
• Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.
Assim não pega:
• Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
• Masturbação a dois;
• Beijo no rosto ou na boca;
• Suor e lágrima;
• Picada de inseto;
• Aperto de mão ou abraço;
• Sabonete/toalha/lençóis;
• Talheres/copos;
• Assento de ônibus;
• Piscina;
• Banheiro;
• Doação de sangue;
• Pelo ar.

 

Dados: Ministério da Saúde

Por: Lilson Pavão

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